Sobre o começo

Trabalhar com meu pai é desafiador, ele é um cara de muito criativo e sempre tem um projeto novo na manga, às vezes é até difícil acompanhar seu ritmo.

Desde pequena não sabia como explicar qual era sua profissão aos meus amigos. Fazia jornal e campanha para diversas empresas e era incrível ver o trabalho de pertinho. Depois que assumiu a Resenha Judaica e fez de lá pra cá um monte de mudanças editorias, comecei a entender qual era seu papel.


Até ai tudo bem, mas e como eu me encaixei nisso tudo?

Posso dizer que como sou muito observadora, me tornei uma boa aluna.

Aos poucos fui desenvolvendo minhas próprias ideias, coletando materiais aqui e acolá, e até arriscando escrever alguns artigos.

Depois que meus filhos nasceram comecei a ter livros e material didático mais para a faixa etária deles. O material judaico na maioria das vezes era importado de Israel ou dos Estados Unidos e uns poucos era daqui do Brasil.

O tempo foi passando e a cada viagem trouxemos (tanto eu como meu pai) diversos livros, revistas, passatempos, enfim, tudo o que tinha de diferente e que pudesse agregar na leitura e educação dos meus filhos.

Começamos a amadurecer a ideia de produzir algo especifico para cada faixa etária.

Um dos projetos foi a ideia de criar uma biblioteca judaica e um ‘clube de leitura’, onde faríamos livros com temática judaica e assim aumentaria o repertório literário. Dessa forma as famílias teriam uma coleção de livros para seus filhos, estimulando a leitura nesse mundo cada vez mais tecnológico.

E a ideia também é quebrar o vício das telas, eletrônicos e games para fortalecer o hábito da leitura física, no papel mesmo.

E por isso nasceu a revista O Círculo!

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